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Estranheza
Eu estranhei o avesso da sua roupa
Estranhei o ruído da agulha no vinil
Eu estranhei a janela aberta
E os estalos das noites quentes
Eu estranhei a falta da fumaça
Estranhei a falta da falta de humor
Eu estranhei estar desprevenida
Eu estranhei estar acostumada
Eu estranhei a estranheza de tudo
Porque nada na verdade era estranho
Pois estranho mesmo é amar e não ser devorado
23/10/2007 Publicada por Lígia
Eu estranhei o avesso da sua roupa
Estranhei o ruído da agulha no vinil
Eu estranhei a janela aberta
E os estalos das noites quentes
Eu estranhei a falta da fumaça
Estranhei a falta da falta de humor
Eu estranhei estar desprevenida
Eu estranhei estar acostumada
Eu estranhei a estranheza de tudo
Porque nada na verdade era estranho
Pois estranho mesmo é amar e não ser devorado
23/10/2007 Publicada por Lígia
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Estranhei minha falta de fome, estranhei aquela calça folgada,
é a saudade que me consome,
ou será que entrei na casa errada!
Ai Li... zuera viu! não tenho dom da escrita, mas só queria retratar minha enoooorme saudade por vc menina! Comentando suas poesias que são lindas!
bjinhossss!
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